Adultos

Conviver com

Sempre que se inicia uma relação é complicado conviver com todos os defeitos e virtudes do outro, mas no caso das DHMP pode chegar a pensar que se abre uma grande lacuna na convivência. Fazer comida todos os dias e várias vezes ao dia, supõe o dobro do trabalho. Por este motivo muitas pessoas adoptam um papel “mais permissivo” com a sua dieta quando estão numa relação.

A vida em casal

A vida em casal por si só implica bastante comunicação, gestão e cedência de parte a parte. A vida em casal quando um dos conjugues tem uma DHMP, tem alguns desafios acrescidos, nomeadamente devido à alimentação. Portanto é necessário que haja muita comunicação e entreajuda. Esperemos que o seguinte testemunho te ajude.

Por vezes algumas pessoas podem ter receio de contar ao conjugue que tem uma DHMP e de explicar em que consiste a doença. É normal ter receio, mas será um assunto do qual terá que se falar mais tarde ou mais cedo, portanto quando mais cedo for melhor. Deverá ser uma conversa calma e encarada com normalidade.

Gravidez: uma das fases mais importantes na vida de qualquer mulher. Epata de anseios, expectativas, medos, felicidade, plenitude, contemplação, amor infinito.

As jovens com DHMP não são exceção.

Os receios são muitos, os medos e as expectativas também. Se até então o cumprimento da dieta apenas a incluía diretamente a si mesma, a partir do momento que a jovem fica grávida, ou pensa engravidar, irá haver uma vida que vai depender do bom cumprimento da dieta prescrita. E como qualquer MÃE a jovem apenas quer o bom desenvolvimento do filho. Mas “irei conseguir?”, “o meu bebé será normal?”, “o meu bebé terá alguma mal-formação?”, “serei depois capaz de exercer todas as funções de mãe e dar a educação que quero a ele?”. De facto, a pressão é grande, o sentimento de responsabilidade adensa-se e o futuro do bebé está, em grande parte, dependente da jovem.

O apoio do companheiro reveste-se de uma importância fulcral, tal como o apoio da família. A confiança que depositam na jovem irá ajudar a que ela tenha também confiança em si. No entanto, existe outro apoio também extremamente importante: o apoio da equipa médica que deve ser multidisciplinar.

E, felizmente, hoje em dia existem já diversos bebés (alguns já grandes) com mães especiais que passaram por todas estas dúvidas, receios, medos, anseios, mas que conseguiram ultrapassar. E todas elas dizem: “Valeu a pena!” e “Não custou!”, porque afinal como alguém dizia: Tudo vale a pena quando a alma não é pequena!

Pressão no trabalho

Quando o jovem chega à idade adulta depara-se com toda a dinâmica exigente do mundo do trabalho. Um mundo onde todos os dias tem de dar provas do seu esforço e empenho.

No entanto, é também aqui que muitas vezes os jovens se deparam com as suas possíveis fraquezas, pois se não se encontrarem bem, metabolicamente, não irão corresponder às expectativas que os próprios têm e aos objetivos que eles próprios traçam.

Necessitam de reajustar constantemente as suas metas. No entanto, o “trabalho” feito anteriormente é fundamental, pois se o jovem souber do seu valor e daquilo que é capaz irá relativizar a situação e acreditar que mesmo que seja com um pouco mais de esforço conseguirá chegar ao patamar desejado. Também aqui se verifica a importância crucial da família.

— Elisabete Almeida, Psicóloga

Viajar com uma DHM

Viajar é, sem dúvida, uma das melhores maneiras de crescermos, alargarmos os nossos horizontes, aprendermos diferentes línguas e culturas, conhecermos pessoas e vivermos novas experiências!

Quando somos portadores de uma DHM, viajar pode trazer algumas dificuldades e inseguranças. Por exemplo, “Onde e o que devo comer? Em caso de emergência médica, como devo proceder?”. Como em tudo, a viajar devemos ter cuidados especiais. No entanto, este não deve ser motivo impeditivo de o fazer! Deixo-te aqui algumas dicas:

  • Pede uma declaração, redigida e assinada pelo teu médico, com informação sobre a medicação e produtos que estejas a tomar, de preferência escrita há menos de 15 dias e em língua inglesa (se viajares para o estrangeiro). Este conselho aplica-se, especialmente, se viajares de avião. Nem sempre, toda a bagagem que trazemos passa pela segurança do aeroporto. Esta declaração vai garantir que possas levar os teus medicamentos, sem qualquer problema.
  • Leva uma carta informativa ou um cartão de urgência, feita pelo médico, a explicar como deves proceder caso estejas em situação de emergência ou descompensação;
  • Faz-te acompanhar de contactos importantes: médicos, nutricionistas e familiares;
  • Planeia a tua viagem. Antes de partires, faz uma pesquisa de restaurantes que sirvam comida que se encaixe na tua dieta;
  • Procura ficar num sítio que te permita cozinhar. Por exemplo em casa de amigos, num hostel, numa pousada, ou num apartamento;
  • Vai com alguém que conheça a tua condição e que te possa ajudar se for preciso, durante esses dias.

Acima de tudo, diverte-te! Todas estas dicas servirão para que possas estar confortável e seguro durante a tua viagem. Assim que reunidas, só tens de te preocupar em aproveitar bem a experiência!

— Maria Bravo da Silva Cunha


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